Davos
Davos. A Montanha Mágica.
Este ano tocou falar de mudança climática. Blablablá, blablablá. Tudo limpo, pulcro. Luxosos hotéis e lojas cercadas de arame. 6000 fortes e fermosos militares e polícias de elite suiços guardam pola inmutável ordem do universo. Vila sitiada, país sitiado, continente sitiado. Os meios amosam ao mundo reunions e conferências, dirigentes mundiais, presidentes das multinacionais que som os que realmente dirigem as nossas vidas e as mais importantes estrelas chorando caridade. Sim Bono, és escória, umha mona que serve para limpar as nossas consciências, divertir a elite com as tuas monerias mas que nunca vas trocar nada porque eles som os que alimentam a tua conta.
E o que nom se ve? haverá que fazer um pequeno esforço imaginativo: limusinas com janelas escurecidas, encontros informais sem prensa, putas e alcol, bom jantar, farlopa, regos e regos de farlopa. É-che o “Espírito de Davos”: a troca de informaçom.
Boeno, acabou-se a feira, para o ano haverá mais. Marcham os importantes homes mas fica a sua riqueça, já se sabe que na Suíça tám os melhores bancos, verdade Bono?
P.D. Nós ainda estamos do lado bom do valado. Aguardemos que o fodido Winterbottom nom atine com o seu filme código 46

